Feito de inverno e imerso em seu próprio olhar
Feito de escolhas e perdido em mudanças
O prisioneiro dos próprios pesadelos
Senta-se no chão, com seu olhar vazio
Sem querer cativar ninguém
Ele foge, corre para muito longe
O mais longe de si mesmo
Mas sem sair do lugar, da minha mente
Fingindo quem não é
Riscando o chão...
Esquecendo o passado, esquecendo de si.
Feito de piedade e morto por meus pensamentos
Feito... E ambos condenados.
sábado, 5 de setembro de 2009
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Nossa! Esse foi profundo e lindo. Acho que todos nós, pelo menos em alguns momentos da vida, nos sentimos prisioneiros dos nossos próprios pesadelos. Parabéns! Soube retratar muito bem este momento.
ResponderExcluirMuito obrigado.
ResponderExcluirQue triste! Não tem texto novo.
ResponderExcluirÉ... desculpa.kkk
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