Feito de inverno e imerso em seu próprio olhar
Feito de escolhas e perdido em mudanças
O prisioneiro dos próprios pesadelos
Senta-se no chão, com seu olhar vazio
Sem querer cativar ninguém
Ele foge, corre para muito longe
O mais longe de si mesmo
Mas sem sair do lugar, da minha mente
Fingindo quem não é
Riscando o chão...
Esquecendo o passado, esquecendo de si.
Feito de piedade e morto por meus pensamentos
Feito... E ambos condenados.
sábado, 5 de setembro de 2009
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