Como antes me esqueci do céu
Longe de tudo meus temores voltam
A manhã que beira meus olhos
Ultimamente tem me deixado tão só
Dia feliz dia que tanto trás como leva as minhas lembranças
Ia te beijar, mas o vento soprou o meu dragão
Agora sou tudo o que ninguém conhece...
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Ausência
O rancor de minhas palavras sumiu
E sumiu junto com tantas outras coisas
Que nem sei mais o que sou quando escrevo
Pois, sinceramente, não sei o que me falta.
Devo ter perdido à vontade de escrever
Perdendo muito do meu tempo procurando o que gosto de fazer
Sem saber se o que faço, faço por gostar.
Transformei os momentos da minha vida em um refrão de musica triste
Onde não há mais jogo
Não há regras novas
E nem as velhas funcionam mais
Talvez no fim do jogo
Consiga entender e aprender
O que me tornei
E quem sabe assim
Talvez seja duradouro.
E sumiu junto com tantas outras coisas
Que nem sei mais o que sou quando escrevo
Pois, sinceramente, não sei o que me falta.
Devo ter perdido à vontade de escrever
Perdendo muito do meu tempo procurando o que gosto de fazer
Sem saber se o que faço, faço por gostar.
Transformei os momentos da minha vida em um refrão de musica triste
Onde não há mais jogo
Não há regras novas
E nem as velhas funcionam mais
Talvez no fim do jogo
Consiga entender e aprender
O que me tornei
E quem sabe assim
Talvez seja duradouro.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Daqui a 40 anos
Daqui a 40 anos eu vou fazer promessas que possa cumprir.
Ter paixão, fervor e até amor.
Não importa envelhecer, não importa sentir dor. Ou nada importa.
Depressão não sou capaz de suportar.
Daqui a 30 anos vou estar no caminho.
Vai ser emocionante. Comentários, cogitação a todo o momento.
E os sentimentos ficam assim: “Eu ainda não sei.”.
E daqui a 20 anos.
Esses serão os anos...
Você vai me esquecer e eu não terei muito a fazer se não esquecer também.
Daqui a 10 anos...
Eu não penso nesses anos estão tão perto que não vai dar tempo de reagir.
Mas daqui a poucos minutos eu serei mais uma vez lembrado.
E não sei se é por você.
Ter paixão, fervor e até amor.
Não importa envelhecer, não importa sentir dor. Ou nada importa.
Depressão não sou capaz de suportar.
Daqui a 30 anos vou estar no caminho.
Vai ser emocionante. Comentários, cogitação a todo o momento.
E os sentimentos ficam assim: “Eu ainda não sei.”.
E daqui a 20 anos.
Esses serão os anos...
Você vai me esquecer e eu não terei muito a fazer se não esquecer também.
Daqui a 10 anos...
Eu não penso nesses anos estão tão perto que não vai dar tempo de reagir.
Mas daqui a poucos minutos eu serei mais uma vez lembrado.
E não sei se é por você.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Lú...
Longe de seu castelo de sonhos,
Úmido e esquecido, o meu príncipe descansa
Com a paz de seus pensamentos destrutivos
Impróprio e zangado com o a falta do céu
Antes fácil e sem verdade
Na sua bagunça suja e vazia
Esperando o para sempre só.
Úmido e esquecido, o meu príncipe descansa
Com a paz de seus pensamentos destrutivos
Impróprio e zangado com o a falta do céu
Antes fácil e sem verdade
Na sua bagunça suja e vazia
Esperando o para sempre só.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Sem assunto
Quando só, sempre é silencio.
Quando a dois, poder ser...
Um silêncio só de palavras
Onde os sentidos ficam alerta,
Os desejos correm soltos,
As mãos são mais que mãos
E tudo importa ao mesmo tempo em que nada importa.
Pode ser tudo assim, como nada pode ser.
É você ou sou eu? É ninguém ou alguém.
Mesmo assim quando tudo é assim, fica bom.
E aí? Os caminhos já estão a todo vapor.
Sem distâncias longas, nem curtas. Sem pedras, nem buracos.
São apenas distâncias e espaços,
Que não podemos esbarrar quando estamos de olhos fechados.
Quando a dois, poder ser...
Um silêncio só de palavras
Onde os sentidos ficam alerta,
Os desejos correm soltos,
As mãos são mais que mãos
E tudo importa ao mesmo tempo em que nada importa.
Pode ser tudo assim, como nada pode ser.
É você ou sou eu? É ninguém ou alguém.
Mesmo assim quando tudo é assim, fica bom.
E aí? Os caminhos já estão a todo vapor.
Sem distâncias longas, nem curtas. Sem pedras, nem buracos.
São apenas distâncias e espaços,
Que não podemos esbarrar quando estamos de olhos fechados.
sábado, 1 de agosto de 2009
Incompleto
Pode existir muita tristeza ao meu redor
Posso ficar muito tempo perdido sem você
Juntando meus pesadelos e memórias sem rosto
Posso mudar...
E preciso acreditar
Queria perder o medo de mudar
Ter coragem de vencer todos os meus monstros
Quero me vencer...
E preciso acreditar
Vou sonhar sem paixão e ficar forte
Os sonhos não serão mais meus gritos sem eco
Acredite...
Eu preciso acreditar
Por mais, que sempre, tudo tenha um fim
Sou tão criança perto de tudo que acontece tão rápido
Posso ficar muito tempo perdido sem você
Juntando meus pesadelos e memórias sem rosto
Posso mudar...
E preciso acreditar
Queria perder o medo de mudar
Ter coragem de vencer todos os meus monstros
Quero me vencer...
E preciso acreditar
Vou sonhar sem paixão e ficar forte
Os sonhos não serão mais meus gritos sem eco
Acredite...
Eu preciso acreditar
Por mais, que sempre, tudo tenha um fim
Sou tão criança perto de tudo que acontece tão rápido
Um Presente
Livres são os sonhos que tenho perto de ti
E mesmo quando eles se repetem
Assim, ainda sim sinto muito mais que paz.
Não vivo um sonho de ilusões ou puramente ilusões.
Dentro do meu peito tenho a certeza que são sonhos bandidos.
Roubando e surpreendendo meu coração.
Onde e quando eu menos espero.
E às vezes quando o “de vez” falta.
Luto e tento vencer minhas batalhas internas.
Uma, duas, três, quantas vezes eu precisar e conseguir me levantar.
Com meu coração pronto para cada resto de vitoria ou derrota
E sempre, quando o final feliz for ausente...
Limparei as lagrimas de meu orgulho ferido de maneira única,
Incompleta e impossível talvez.
Aí, no mais tudo estará bem.
E mesmo quando eles se repetem
Assim, ainda sim sinto muito mais que paz.
Não vivo um sonho de ilusões ou puramente ilusões.
Dentro do meu peito tenho a certeza que são sonhos bandidos.
Roubando e surpreendendo meu coração.
Onde e quando eu menos espero.
E às vezes quando o “de vez” falta.
Luto e tento vencer minhas batalhas internas.
Uma, duas, três, quantas vezes eu precisar e conseguir me levantar.
Com meu coração pronto para cada resto de vitoria ou derrota
E sempre, quando o final feliz for ausente...
Limparei as lagrimas de meu orgulho ferido de maneira única,
Incompleta e impossível talvez.
Aí, no mais tudo estará bem.
Carvão
Volto outra vez ferido, mas não destroçado.
Desta vez não há muitos questionamentos e nem afirmações.
Se há conclusões...
É a dor. Uma dor de sentimentos partidos.
Porem com um vazio no peito bem mais presente.
Apesar de parecer que estou me acostumando.
Não da para saber se tudo isso é bom.
Talvez aí esteja o porquê de tanto cansaço.
Estou cansado mais uma vez
Assim como em tantas outras, onde tudo fica desse jeito.
Sempre com tantos assuntos para me esconder.
Acreditando que estou aprendendo a me conhecer.
Mesmo sendo uma grande confusão entre razão e emoção.
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